29.12.09

Estrela quase impossível


Amor infinito vindo da alma
Estrela quase impossível de ser realidade
União do cravo com a rosa mais bela resultou no bebe mais lindo e desejado
Razão do meu existir
Deu um sentido a minha vida
Tornou meus sonhos realidade
Seu rostinho na tela refletido,
Fascina, ilumina e enche nossos corações de alegria
Seus "pinotes" na barriga da mamãe
Enche minha alma de alegria
Transforma meus dias em pura poesia
Teu coraçãozinho batendo:
Som suave que enche meu coração de vida
Suaviza meu medo
Me reenergiza para mais um dia de luta
É toda minha felicidade
Razão do amor que existe dentro do meu coração
Para sempre te amarei
Para ti infinitamente
Miguel, meu filho!

16.12.09

Os 6 meses,contagem da gravidez e registros fotográficos

A barriga e o Miguel crescendo...

Lá se foram (ou não) os 6 primeiros meses de gestação. A dúvida é a seguinte: estou ou não no 7º mês? Sim, porque essa contagem em semanas confunde a cabeça de todas as grávidas e principalmente as das não grávidas. Vamos aos esclarecimentos:

A gravidez é contada a partir da DUM (data da ultima menstruação), a minha no caso foi : 02/06/2009. Essa data passa a ser um marco para a idade gestacional. Porém é óbvio que no período entre o início do ciclo menstrual e a fecundação (supostamente ocorrida 14 dias depois do início do ciclo menstrual) não há ainda a gravidez. Trata-se de um marcador impreciso, mas o "único" disponível. Mas então, tendo isto como indicador, a gestação é definida como o tempo transcorrido entre o primeiro dia da última menstruação (DUM) e a data atual, medido em semanas e dias - eu estou com 28 semanas e 03 dias, no caso. Ocorre que quando a grávida é perguntada (todo dia e toda hora,diga-se de passagem): "vc tá de quantos meses?", ela não pode responder : "tantas semanas"... né?.
Transformando as semanas em meses:

Há muitas contagens, mas o certo é que a gestação, de acordo com a DUM, dura em média 280 dias ou 40 semanas. Porém o tempo de gestação varia de acordo com as caracteristicas da mãe,do feto também e da questão da "margem de erro" que é calculada pela DUM e pelas ultrassonografias - que se feita precocemente assegura com mais confiança o tempo gestacional.
Há muitas formas pra calcular e de acordo a contagem abaixo, eu estou com 7 meses, vejamos:

de 1 a 4 semanas e meia = 1 mês de gravidez
de 4 semanas e meia a 9 semanas = 2 meses de gravidez
de 9 semanas a 13 semanas e 2 dias = 3 meses de gravide
de 13 semanas e dois dias a 17 semanas e 5 dias = 4 meses de gravide
de 17 semanas e 5 dias a 22 semanas e 1 dias = 5 meses de gravidez
de 22 semanas e 1 dia a 26 semanas e 4 dias = 6 meses de gravidez
de 26 semanas e 4 dias a 31 semanas = 7 meses de gravidez
de 31 semanas a 35 semanas meia = 8 meses de gravidez
de 35 semanas e meia a 40 semanas = 9 meses gravidez

Já de acordo com o gravidômetro que baixei e com a DUM, eu estou ainda com 6 (no caso, só irei fazer 7 dia 01/01/2010):

1 mês :2/7/2009 - 4 semanas e 2 dias.
2 meses :2/8/2009 - 8 semanas e 4 dias.
3 meses :1/9/2009 - 13 semanas
4 meses :2/10/2009 - 17 semanas e 2 dias.
5 meses :1/11/2009 - 21 semanas e 5 dias.
6 meses :1/12/2009 - 26 semanas
7 meses :1/1/2010 - 30 semanas e 2 dias.
8 meses :31/1/2010 - 34 semanas e 5 dias.
9 meses :3/3/2010 - 39 semanas
Data Provável do Nascimento :9/3/2010

E há ainda os mais "descomplicadores" que fazem a seguinte conta:

Se em 1 mês, temos 4 semanas...você pega as 28 semanas e divide por 4... que terá como resultado 7...concluindo, você está com 7 meses de gravidez.

Nesse último caso temos a questão que alguns meses tem 5 semanas né?

Enfim, o fato é que como há probabilidade da gestação ser encerrada duas semanas antes ou duas depois da data prevista ( e eu quero esperar o Miguel "querer" nascer, não irei "marcar" o parto), escolhi a data da minha última menstruação pra fazer essa contagem. Se ela foi dia 02/06, então dia 02/07 eu fiz um mês, 02/08 eu fiz dois, e assim por diante...é a contagem do meu "gravidômetro" e o da minha GO (com uma diferença de uns dias). Portanto, ainda fico com 6 meses por mais uma semana e meia, não é isso? Além do mais, já facilita minha vida, porque não aguento mais ouvir "que barriga pequena" quando digo que estou com 6, imagine se eu dissesse que estou com 7???!
(Pra quem diz isso: Miguel tá no tamanho e peso adequado pra idade gestacional, só engordei 6 kg até agora e minha barriga tem zero estrias...pronto, falei! )

Sobre os 6 (maravilhosos) meses:

Chegando a conclusão de que ainda estou com 6 meses de gestação (ainda bem, porque sempre planejei que com 7 meses o quarto do Miguel ja estaria encaminhado, a questão da maternidade resolvida e a malinha dele pronta...maaaaas ainda falta uma semana e meia pra eu me apavorar...hehe), mas prestes a completar o 7º, tenho que fazer um balanço desses dois trimestres:

* Eu não sei o que é enjôo;

* Eu não sei o que é azia;

* Eu não sei o que é inchaço;

* Eu não tive desejos malucos;

* Eu ando a pé, de ônibus e não me canso facilmente (tá...ok, ok, só um pouco);

* Eu consigo limpar todo meu apartamento ainda (com um pouco de dor nas costas depois, mas tudo bem):

* Eu ainda vejo meus pés;

* Eu não ando igual uma pata (ainda);

* Eu não sinto dores (exceto uma sensação desconfortável nas costelas, de vez em quando);

* Eu não enjooei a comida nenhuma;

* Eu não faço xixi a cada 05 minutos;

* Eu durmo a noite toda e nunca tive problemas pra achar uma posição confortável;

* Meus sapatos e roupas antigas ainda cabem (inclusive minhas calças jeans 36, que só não fecham o botão, rs);

* Eu engordei só 6 kilos em 6 meses (mas acho que agora vou ganhar beeem mais);

* Eu não sei o que são estrias e espinhas.


Conclusão: Eu sou muito abençoada! Se não fosse pela minha cabeça a todo momento me lembrando que eu estou grávida, minha barriguinha esbarrando pelas coisas (é inevitável, rs!) e pelos chutes do Miguel, juro que esqueceria que estou gestante. Além da dádiva maravilhosa que é essa fase em minha vida, eu ainda fui contemplada para não sofrer a maioria dos "efeitos colaterais" desse período. (Que fique registrado: sim, eu tenho muuuita fome, muuuuuito sono e estou muito mais chorona...). Mas caso eles apareçam daqui pra frente: estamos aqui pra isso, né?


Registros fotográficos

Por estar plena, feliz e realizada não há momento mais propício pra registrar isso. Amo fotografias e apesar de meu marido não ser nenhum profissional, ele tambem adora esses momentos e a gente se diverte enquando espera pelo filhote.

Me sinto linda como nunca, apesar de sentir saudade de me arrumar, usar salto, não ter barriga...Mas acho que não "embaranguei" tanto nesses meses (apesar de não saber mais o que é maquiagem, fazer unha e soltar o cabelo...) e mesmo que estivesse o "monstro do pântano"- como diz minha prima, estaria registrando tudo mesmo assim...

O que é tudo isso perto da recompensa que vamos receber, não é?

Segue nossa deliciosa espera pelo Miguel nesse 6º mês:



















13.12.09

Miguel em 3D

Estamos apaixonados pelo filhote. Já tem foto dele em todos os cômodos da casa. Agora um pouco dele pra vocês:


video

3.12.09

Notícias...mais boas que ruins!

Terça-feira (01/12) tive consulta com minha Ginecologista/Obstetra e saí de lá num misto de felicidade e medo. Ela olhou os exames e tá tudo ótimo (exceto o da anemia, que está no limite e provavelmente vou ter que tomar ferro - no bom sentido! rs...), conferiu a ecografia morfológica e tudo excelente, até que... Me perguntou se estava sentindo alguma dor e se estava saindo alguma secreção do meu corpo, eu falei do colostro, que não sabia o que era realmente, porque às vezes saia branco mesmo, com aparência de leite - leia-se que eu falava isso com a maior cara de felicidade,achando que ela ia dizer "parabéns, vc vai amamentar muito seu filho". Ela, por sua vez, mostrou-se preocupada e disse que isso não é bom sinal, que pode acelerar as contrações e corre risco até de um parto prematuro (e aos 6 meses é preocupante!). Gelei! Mas ela nos acalmou e disse que passaria um remédio chamado UTROGESTAN, que é basicamente o hormônio progesterona, indicado pra esses e outros casos como descolamento da placenta, "implantação" do embrião no primeiro trimestre, etc. Pode ser usado via oral ou vaginal e vamos ver como reagimos no próximo mês. Agora entendo algumas cólicas (rápidas porém doloridas) que sentia e minha barriga dura demais em alguns momentos (caso esse fato se repita fui ordenada a ligar pra ela imediatamente!).

Essa era a parte chata.


A parte boa é que conversamos sobre o parto e ela foi super franca e honesta. Em nenhum momento tentou me induzir a uma cesariana, ao contrário, mostrou-se aberta ao Parto Normal, desde que haja condições para isso. Aliás, que é o meu pensamento também. Jamais iria forçar um PN se não houvesse condições, por mais que eu deseje que meu filho nasça de maneira natural. Na ecografia morofológica o Miguel estava sentado, o que já impossibiltaria o PN se ele não mudasse de posição (eu sei que existem médicos que fazem parto normal mesmo com o bebê nessa posição, mas não sei se eu arriscaria...e nem ela!), mas depois ela constatou que já havia mudado...estava de cabeça pra baixo. Ê garoto esperto! Isso mesmo filho, fica assim até março, rs...!
Outra questão que minha médica ressaltou foi sobre o peso do bebê : acima de 3,5 kg já dificultaria um pouco, por isso mandou eu maneirar na alimentação (ainda mais porque engordei 2,300 kg em um mês) e pela última ecografia não-oficial (no dia em que passei um pouco mal, senti a barriga dura demais e o Miguel não mexia há quase 1 dia e meio fizemos uma, às pressas), com 25 semanas, ele já tava com 34 cm e 1 Kg (bem gordinho!rs...).
No mais, está tudo se encaminhando...Provavelmente iremos pagar o parto mesmo,é muito mais humanizado vc parir com a profissional que te acompanhou a gestação inteira né? Além do que, confio muito nela.

É isso.


"Barriguinha" de 25 semanas (foto de uma semana atrás)

30.11.09

Porque mãe é mãe!

É engraçado como algumas coisas que ouvimos durante a vida inteira e nem damos importância, de repente passam a fazer sentido. Quando a gente é adolescente ou jovem (me senti uma velha agora) e quer tudo e agora, ouvimos alguns sonoros “não’s” de nossos pais. Geralmente, e no meu caso, do meu pai eu ouvia “não é não e enquanto você morar debaixo do meu teto vai ser assim: eu mando e você obedece”, mas já da minha mãe eu ouvia uma série de justificativas pra aquele não, ás vezes tão sofrido, mas necessário. Minha mãe sempre falava: “no dia que você tiver filhos, vai entender que isso é para o seu bem”. Mãe é uma coisa diferente mesmo. Por mais que seja apaixonada pelo meu pai, que tenha ele como meu ídolo de infância e que ainda hoje continuo o admirando como tal, por minha mãe eu tenho uma ligação quase espiritual, umbilical eu diria. Essa frase, que tanto ouvi começa a virar realidade. É tão cíclico viver. Só quando, de fato somos mães é que passamos a entender a nossa. Estranho é ainda o fato de ser filha e também já ser mãe (sim, porque não precisamos parir pra sermos mães).É como se de repente nos tornássemos elas, nossas mães, com toda força, amor e defeito que elas têm, mas ao mesmo tempo ainda sermos indefesas e pequenas, do tamanho que certo que cabe no colo quentinho delas. Eu tenho muito mais que um exemplo pra seguir, tenho um ser inatingível de ser alcançado como modelo, alguém que nem nas minhas melhores expectativas sei que vou conseguir ser, mas sem me sentir nem um pouco frustrada por isso, porque afinal nunca tive a pretensão de ser perfeita. Algumas coisas devo admitir não descobri agora, mas é que quando nos deparamos com a responsabilidade de educar e amar um filho pro resto da vida é que paramos pra pensar como devemos dar valor nessas mulheres que nos fizeram tão forte a ponto de hoje também conseguirmos ser um pouco delas, um pouco mãe. A minha já passou uma noite acordada no sofá chorando porque eu insistia num namoro que só me fazia sofrer, mas me deu – escondido- o celular confiscado pelo meu pai pra ligar pra esse cara porque percebeu que eu precisava descobrir sozinha que estava no caminho errado. Nunca deixou um aniversário meu passar em branco porque sabe da importância disso pra mim. Já conversou com meu marido (escondido de mim), quando ainda namorávamos pra pedir pra ele não me fazer sofrer. Minha mãe quis me poupar de todo sofrimento do mundo, mesmo absorvendo isso pra ela e ao mesmo tempo me ensinou e me preparou pra vida, me ensinando, junto com meu pai que temos que lutar pelas nossas coisas, como quando só consegui 50% de bolsa na faculdade e tive que correr atrás do resto. Agora que vou me formar com um ano de atraso – conseqüência de dois semestres em que eles só pagaram os créditos obrigatórios- me vejo como uma mulher muito mais realizada, cheia de orgulho por ter bancado o curso dos meus sonhos com meu próprio esforço. Pra além daquelas definições clichês da palavra “mãe”, acho que hoje entendo seu verdadeiro significado. Vai ver ser mãe é isso, é amar sem sufocar, proteger sem fragilizar e corrigir sem machucar.É ter um bebê frágil nos braços num instante e conseguir transformá-lo anos depois num ser humano feliz, amado e forte o suficiente pra sobreviver sem você. Embora eu morra de medo de perder minha mãe (meus pais) e querer que ela viva 101 anos, eu sei que agora eu posso sozinha e mais ainda, que tenho a minha missão agora, a missão de que meu filho possa se sentir como eu me senti a vida inteira e a de que um dia ele possa olhar pra mim e pensar como eu penso hoje “não existe mãe como a minha”. Agora, cheia de medos particulares de uma mãe de primeira viagem, não consigo ainda vislumbrar esse futuro, mas assim como aquela frase, um dia vai ter sentido e quem sabe, até virar realidade.
Minha mãe grávida de mim, com quase 7 meses de gestação
Aos 26 anos e já com três filhas (eu na barriga ainda)

Hoje, nós duas mães!

23.11.09

25!

Amanhã completo 25 semanas de uma vida nova (literalmente), de sorrisos bobos, de novos planos...25 semanas que a nossa vida mudou completamente. Deveria postar amanhã, que é a data certa e que entro finalmente (mas não oficialmente, segundo meu gravidômetro) no 6º mês da gestação (caramba!) mas não aguentei e quis escrever logo hoje.
Hoje, que o Miguel acordou tão serelepe! Toda noite e manhã é uma festa em nosso quarto. Acho que ele sabe quando o papai tá por perto (que é basicamente nesses horários) e resolve fazer estripulias na "barriguinha" aqui. Preciso filmar a carinha do Heitor quando sente ele mexer (agora é diariamente, rs) e brinca de tentar adivinhar o que é que ele tá sentindo: se é o pézinho, a cabeça, o bumbum... é lindo!

Lembro da minha ansiedade em sentir mexer, mas nem de longe esperava que fosse tão bom! Lembro também que pensava que os 9 meses da gravidez seria os mais longos das nossas vidas e para nossa surpresa (e pra corroborar com o que os mais experientes diziam), estão voando esses meses. Jajá é março e o Miguel tá aqui com a gente, do lado de fora do "casulo".


E agora tô até com medo de não dar tempo de preparar tudo (exagerada, será?rs...) pra chegada do nosso filhote. Ainda bem que essa semana é a última na faculdade e o Heitor se forma agora, daí podemos organizar melhor nossa vida pra recebê-lo.

Em dezembro (como se dezembro estivesse loooonge, rs) começamos a ver as coisas pro quartinho dele, que já decidimos que não vai ter tema (fundo do mar, safári, carrinhos, etc) e que vai ser azul e branco. Pro enxoval, acreditem, falta pouca coisa...só as básicas, rs! Miguelzinho já ganhou tanta coisa, mas tanta coisa que o guarda-roupa embutido que tem em seu quarto, já está abarrotado...precisamos de mais espaço! (Aliás, é delicioso isso, saber que ele já tem o espaço dele...constantemente falamos por exemplo:"Heitor, cadê tal coisa?" "Tá no quarto do Miguel"... ).

Por enquanto colocamos metade das coisas em ordem...tá tudo no cabide direitinho e dentro das gavetas (claro que depois vamos lavr e passar tudo). Os objetos do quarto que ganhamos da minha mãe, estão devidamente ensacados e guardados. Aos poucos as coisas se ajeitam!











A questão do parto/maternidade ainda está pendendente, já pesquisamos alguns preços e pra nosso espanto, não achamos tão caro assim um parto em rede particular...quero muito seja normal, por isso estou lendo muito sobre o assunto e dependendo, vou para o hospital público sem problemas. Na terça que vem temos mais uma consulta com nossa GO e conversaremos sobre isso, quero ouvir a opnião dela e caso ela seja "cesarista", daquelas que acham que uma "cesárea desnecessárea" é melhor pra todos, caio fora sem pestanejar. Não é recomendável trocar de medíco a essa altura do campeonato, mas caso seja necessário, "antes tarde do que nunca".
Ainda dá tempo!

No mais é a vida acontecendo e a gente cada dias mais apaixonados por ela...


18.11.09

5 meses e a evolução da barriga...

Tô adorando isso! Pensei que minha barriga não tinha crescido quase nada do 4º pro 5º mês, mas olha só:


E a felicidade e ansiedade parece que crescem junto com ela...